sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A face e expressão de um artista, a construção e experiência de John Nunes


Hoje, trazemos no blog da Casa de Cultura, Esporte e Cidadania Dona Joana uma entrevista com um jovem e talentoso artista do Distrito Pataíba, situado no município de Agua Fria. A sua arte expressa à valorização de uma técnica e um reflexo na forma cultural da sua identidade. Esse artista se chama Jonathan Nunes de Almeida, 25 anos, Nome Artístico John Nunes.

Uma forma de externar tudo aquilo que acontece no nosso mundo. Fã assumido de cultura , o que nota-se em seu trabalho — acredita que a arte não deve ser censurada pois mata a ideia artística. Por suas convicções , seus desenhos choca, reflete, provoca, irrita e nos mostra aquilo que muitas vezes não queremos abordar ou enxergar por outro ponto de vista.

Segue abaixo as perguntas e respostas desta prazerosa entrevista:


Casa de Cultura - Quais são suas principais influências?

John Nunes –Meu Padrinho Hamilton e Charles M. Laveso um artista hiper-realista. Depois de pesquisar mais e tentar aprender mais sobre o desenho realista vi muitos artistas bons que me serviram de inspiração, e o mestre Da Vinci é claro.

Casa de Cultura - Como escolheu esse estilo?

John Nunes  - Na verdade em minha trajetória artística, meu sonho era fazer mangá, sou muito fã do anime Dragon Ball Z, foi o que me fez aprimorar meus traços, conheci a arte realista por acaso, ao ver um vídeo de uma artista no youtube, desde 2011 quando fiz meu primeiro desenho realista nunca mais parei.

Casa de Cultura - Quando você começou a pintar? 
John Nunes - Comecei a pintar ainda jovem, aos 11 anos, por influencia de meu padrinho que é um grande artista plástico.

Casa de Cultura - Qual foi a primeira apresentação pública de seu trabalho (exposição etc...). 
Casa de Cultura Qual a sua técnica utilizada? 
John Nunes – Eu faço uso da técnica do grafite sobre papel, e consigo realizar grandes efeitos com apenas o uso de lápis e lencinho de papel.

Casa de Cultura - Você é auto didata ou fez escola de belas artes? 
John Nunes – Sim, mas esse conceito é bastante contraditório, pois ninguém aprende nada sozinho.  Por mais que você não tenha feito cursos de artes plásticas ou similar, você aprende a partir de algo que já tenha visto.

Casa de Cultura - Você é um artista profissional ou diletante (amador)? 

John Nunes - Amador, venho atrás de minha arte me especializar, mas ainda não tive a oportunidade de fazer um curso de desenho ou pintura.
Casa de Cultura - Quais são seus principais meios de divulgação ou venda de seus trabalhos? 
John Nunes - o principal é o boca a boca mesmo, amigos e clientes que já compraram minhas obras falam a outros amigos e assim vai, mas utilizo da internet, mais especificamente as redes sociais.
Casa de Cultura - Que outras técnicas você já usou em suas obras além da principal? 

John Nunes – Já  usei lápis de cor, mas com o mesmo objetivo realista, venho buscando crescer nesse segmento também, é uma forma diferente de trabalhar o realismo, por que nesse tipo de trabalho não se faz o uso do esfuminho ou lenço de papel.
Casa de Cultura
 - Por que escolheu esta arte? 

John Nunes – por que quando a conheci pude observar a precisão e habilidade dos artistas que também fazem esse tipo de arte, vi a possibilidade de trabalhar um lado mais emotivo e detalhista na hora da realização de algum trabalho.
Casa de Cultura - Qual sua intenção quando pinta faz um desenho ou elabora uma obra de arte? 

John Nunes – No momento em que começo um trabalho, minha intenção é apenas fazer o melhor que posso, não penso muito no que pode vir a ser, mas ao terminar espero ouvir elogios e criticas construtivas em relação a aquele trabalho. É sempre bom ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre seus trabalhos até para que você possa melhorar em alguns aspectos.










Um comentário:

  1. Para que uma obra de arte seja realmente bela, é preciso que nela o autor se esqueça de si mesmo e me permita esquecê-lo, e Há um ponto em que a arte, a natureza e a moral se confundem e são simplesmente uma só coisa ,e essa arte é a liberdade perfeita.

    ResponderExcluir