quarta-feira, 18 de março de 2020

Mais de 16 grupos artístico da dança participaram do Festival de Dança em Pataíba – Água Fria (Ba)


Depois de 5 anos sem ser realizado, o Festival de Dança de Pataíba volta mostrando sua força em visibilizar a produção e expressão da dança no interior da Bahia.


Distrito de Pataíba - Mais de 150 bailarinos (as) se apresentaram no tradicional Festival de Dança de Pataíba – FEDAP 2020, no último dia 07 de março (sábado). Ao todo, 18 grupos de dança participaram do festival, que teve como novidade neste ano a reafirmação e volta desta ação democrática de exposição artística, com o tema “O MOVIMENTO, O CORPO E A DANÇA”, a partir desses elementos mostrou a identidade da juventude na atual conjuntura cultural. Foram apresentadas 30 coreografias, sendo a maioria oriunda da criatividade dos próprios jovens e referendadas das mais diversas comunidades da dança, no espaço da Quadra Poliesportiva do Distrito.


Na abertura, o agente cultural Mário Fagundes foi homenageado por participar da organização dos festivais anteriores.  Que disse “Primeiro gostaria de agradecer a equipe por ter lembrado de mim, que fiz parte quando começou este festival e um dos melhores da região. E dizer que esse esta sendo maravilhoso e estou muito feliz por ter voltado, depois de tanto tempo parado. E Pataiba estava precisando de um movimento desse e um festival muito bom como esse.”





Assim, “O FEDAP oportuniza a apreciação e a experimentação de diferentes expressões coreográficas Do município de Água Fria e região, através da cultura corporal do movimento sob o viés da dança. O evento vem se consolidando na atual gestão da Casa de Cultura Dona Joana, pelo seu novo formato com a estrutura  e com a inserção de ações de visibilidade da arte – produção no interior da Bahia, possibilitando a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes, além de valorização da juventude que abrilhantaram o espetáculo” – disse o agente cultural e produtor Aristanan Pinto - Serrinha (Linguagem Artística - Dança), integrante da organização do Fedap.


A Casa de Cultura Dona Joana junto com a equipe da organização do FEDAP destacou que, na edição deste ano, o financiamento dos amigos, apoiadores e patrocinadores potencializaram ainda mais o festival.

Lista: Professor Tony Leão, Neia do Topo – Visual Fardamentos, Wanderclei  da Space Net – Biritinga, Professora Isana Barbosa – Biritinga, Professor Itajair, Agropecol – Biritinga , Jose Roberto  do Reino dos Bichos – Biritinga, Raphael Hora, Secretaria Municipal de Saúde Simone Martins, Laboratorio Estrela, Faculdade Fael, Linda do Salão Vicio Feminino, Zevaldo do Mercadinho Pinheiro , Deputado Federal Jorge Solla, Thiago de Nicaninha – TJ Material de Construção – Serrinha , Secretario Municipal de Assistencia Social Joca do Topo, Celson Leão, Willian Shakeasper – Biritinga, Viviane Melo do Salão Sempre Bela, Any Variedade  e Point do Açai de Pataiba, Juliano da Pataiba Net, Wagner Carneiro, Prefeito Manoel Potinha , Buda Gravações, AG Iluminação , Fixa Estamparia – Biritinga, Agostinho Moises , Professor Ademir – Pataiba, SubPrefeitura do Distrito de Pataiba, PoliciaMilitar, Guarda Municipal, DJ Wemerson, Vereador Delcio Mendes.

Além, das parcerias culturais do Grupo de Capoeira Lendário de Palmares,  Inforpel, Casa de Taipa e Pataiba Noticias que esteve presente de todas as etapas da organização.





domingo, 16 de fevereiro de 2020

PATAÍBA: A volta do Festival de Dança de Pataíba – FEDAP, uma ação de intercâmbios culturais.


A programação deste ano segue com intercâmbios, diálogos e mostra. As apresentações terão como ponto principal o movimento, o corpo e a dança.


Depois de mais de 4 anos sem ser realizado, o FEDAP – Festival de Dança de Pataíba volta com seu potencial cultural mais dinâmico, com o compromisso de fortalecer a arte da dança entre os artistas, bailarinos e agentes culturais no interior da Bahia.

O evento teve sua retomada por varias solicitações de jovens que praticam a arte da dança no município e em outras regiões. O FEDAP se tornou um espaço de dinamização cultural e também ação de visibilidade dos bailarinos que integram a programação.

Nesta edição de 2020, o Festival terá atividades em espaços culturais e na praça, como diálogo sobre dança, além, das apresentações na Quadra Poliesportiva do Distrito. O tema deste ano, sugere uma reflexão de identidade que caracteriza nos elementos: O Movimento, o corpo e a dança.A ação integra uma interlocução de intercâmbios com diferentes e variados trabalhos, coreografias e espetáculos que são produzidos de forma contundente no interior da Bahia, tendo como coadjuvantes em sua maioria jovens.

O festival será realizado no dia 07 de março, no Distrito de Pataíba, município de Água Fria (BA).  Para sua estruturação o evento conta com apoio e patrocínios de amigos culturais, que ver a ação como mobilizadora e produz um acesso cultural gratuito para a comunidade.





quinta-feira, 30 de agosto de 2018

O Movimento pela Cultura realiza no Distrito de Pataiba, o Projeto Pensar o Folclore é celebrar a Cultura

Os mobilizadores culturais de Água Fria , Iliane Oliveira - Jirlânia Almeida - Aristanan Pinto, realizam ação em Comemoração do Folclore.



Foi realizado no ultimo sábado (25), pelo Movimento pela Cultura e com a parceria das escolas do núcleo da região do Distrito de Pataiba, além, do apoio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, o Projeto Pensar o Folclore é Celebrar a Cultura em Comemoração ao Dia do Folclore, que no calendário nacional é no dia 22 de agosto.

A ação teve a participação da comunidade escolar, grupos culturais e a comunidade, tendo como objetivo central o envolvimento transversal do trabalho pedagógico e os saberes das manifestações culturais. Durante sua programação houve o arrastão cultural e as apresentações contou com lendas, cultura popular , cultura afro  e a cultura do protagonismo juvenil. 

Acompanhe pelo link abaixo: 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Eleita a nova presidência do Conselho Municipal de Cultura de Água Fria

A Capoeira como o Samba de Roda e a Religião de Matriz Africana são simbolos de resistência e luta da população negra no Brasil, e,  também a identidade cultural desse povo. Foi realizado nesta sexta-feira ( 04.09) no município de Água Fria, o II Forum de Cultura com o objetivo de debater e encaminhar ações na proteção e valorização das manifestações populares.

Na oportunidade foi conduzido o processo de eleição do Conselho Municipal de Cultura com mandato de 2 anos e foi eleita por 20 votos a nova Presidenta do coonselho, Iliane Oliveira é representante da área de Patrimônio, seu histórico começa com o trabalho e paixão a Capoiera no distrito Pataíba  na Movimentação Negra, há doze anos. Ela também é representante do Fórum de Políticas para Mulheres e também compõe como Diretora de Patrimônio da Casa de Cultura Dona Joana.

Assim, os movimentos e manifestações culturais se sentem representado pela nova Presidenta.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Festa da Regional Qixabeira em Lamarão


A Quixabeira foi um movimento que começou a partir de uma pesquisa que fiz no final da década de 80 e a partir dela a gente conseguiu fazer o disco “Da Quixabeira pro berço do rio”. O sentido era dar ao trabalhador/compositor as mesmas condições que um músico profissional tem. O lançamento foi em Valente, com um carro de som. Enquanto ouviam as músicas, as lágrimas dos artistas desciam. Eles seguravam os discos e beijavam. O disco teve muito sucesso, apesar da tiragem ter sido muito pequena. A partir daquele momento, o agricultor percebeu a dimensão da beleza da cultura que fazia. Aproveitando este embalo a gente começou a fazer um movimento, que se chamou “da quixabeira” exatamente por causa do sucesso do disco. O Movimento da Quixabeira começou com seis grupos de quatro municípios. Aos poucos fomos aumentando e a partir de 1997, conseguimos realizar um sonho que eu pensava em alcançar desde o começo, que era fazer uma grande festa anual, que reunisse esse mundo rural. Para que ele tivesse pelo menos naquele momento a oportunidade de mostrar sua cultura. A primeira festa foi aqui em Valente, promovida pela APAEB e SICOOB-COOPERE e foi um marco. Foi o que alavancou pra gente seguir até hoje. Foi um trabalho árduo que começou no começo da década de 80 e hoje está conseguindo se impor. A primeira coisa foi mostrar ao agricultor que aquilo que ele fazia era muito bonito, que não podia ser jogado fora. À medida que o agricultor ia morrendo o filho estava pegando outras influências, que vêm pelo rádio e principalmente pela televisão. A TV quando entrou forte dentro da casa das pessoas, jogou essa cultura totalmente pra escanteio.  Agora começo a perceber que a gente está rompendo com isso. A TVE já fez dois documentários sobre o Movimento. A partir da VII Festa da Quixabeira (2003), em Biritinga, vimos que o jovem começou a acreditar, começou a ver que é gostoso, entrou na dança e saiu sambando e brincando. Essa cultura está se fortalecendo.  O Movimento da Quixabeira dividiu os grupos em 05 Regionais, Região de Feira de Santana, Região de Valente, Região de Alagoinhas, Região de Serrinha e Região de Araci.



Ontem ( 30.09) , foi realizada no município de Lamarão – Ba, mais um encontro das regionais do Movimento da Quixabeira envolvendo a cultura popular , do campo e amantes das raízes culturais. O evento contou com a participação da população, representantes das regionais, coordenadores de cultura, grupos de capoeira e vários grupo de Samba de Roda, tais como: Samba Burrinha – Biritinga, Os feras do Pandeiro e os alunos do velho Fidelis – Água Fria,  Pavão Dourado – Serrinha,  Dois Coqueiros – Tanquinho, Coqueiros – Santa Barbara, Renascer de Novo – Biritinga e Arco Iris - Lamarão








segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Homenagens aos Capoeiristas





Capoeirista é o indivíduo que pratica capoeira, uma dança e luta típica do Nordeste do Brasil, em especial na Bahia.
Em vias as lutas negras, a capoeira foi marginalizada.  Com a República, em 1889, Deodoro da Fonseca (1827-1892) inicia campanha de combate à capoeira.
Em outubro de 1890, promulga a Lei 487, de Sampaio Ferraz, que prevê de dois a seis meses de trabalho forçado na Ilha de Fernando de Noronha. No art. 402, “Dos vadios capoeiras”, lê-se:
nas ruas e praças públicas exercícios de agilidade e destreza corporal conhecidos pela denominação capoeiragem; andar em correria, com armas ou instrumentos capazes de produzir uma lesão corporal, provocando tumulto ou desordem, ameaçando pessoa certa ou incerta, ou incutindo temor de algum mal.
Hoje a capoeira simboliza junto a seus praticantes a resistência de um povo e criação de uma cultura que os caracteriza.
No município de Água Fria, uma das representações dessa arte é o Grupo de Capoeira Motivação Negra que realiza no Distrito Pataíba o Encontro Anual de Capoeira, recebendo grupos nacionais e internacionais.



sexta-feira, 5 de junho de 2015

O grito das memórias no Circuito de Samba de Roda

O resgate e valorização da cultura do Samba no município de Água Fria ( Bahia)  ressurgi ao grito das memórias dos mestres e sambadores através do CIRCUITO DE SAMBA DE RODA, realizado ontem (4) , na Fazenda Pau Ferro com a inauguração da sede do Grupo de Samba de Roda Os Feras do Pandeiro e apoiado pela Casa de Cultura Dona Joana – Pontinho de Cultura Cordel dos Encantos / Grupo de Capoeira Movimentação Negra.


O evento é uma iniciativa de resgate do reisado adormecido e também fomentar a circulação da cultura raiz na comunidade, fazendo intercâmbios com outros grupos do município e região.



O mesmo contou com a participação de grupos da região, como: Boi Samba Burrinha – Biritinga, Viola Nova de Nova Soure e Grupo de Samba  de Lamarão,  Renascer de Novo e Bino da Viola – Biritinga.